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Domingo, 19 de Abril de 2026
Nélio deixa dívida milionária na saúde pública e o atendimento à população só piora a cada dia

Saúde

Nélio deixa dívida milionária na saúde pública e o atendimento à população só piora a cada dia

População sofre com caos nas unidades de atendimento no município

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O município de Santarém, no oeste do Pará, enfrenta uma crise sem precedentes na saúde pública. Apesar da troca de gestão, as práticas e os responsáveis permanecem praticamente inalterados, revelando um ciclo vicioso de omissões e incompetência. O caos está instalado em um setor vital para a população, e os sinais de negligência tornam-se cada vez mais evidentes.

Segundo informações apuradas pelo portal JK do Povão On Line, a situação no Pronto Socorro Municipal, no Hospital Municipal, e na UPA 24 Horas beira o colapso. Medicamentos essenciais para o atendimento diário estão em falta, forçando médicos a receitar tratamentos que os pacientes sequer conseguem seguir, pois muitos voltam para casa de mãos vazias. Essa ausência de insumos básicos transforma o direito à saúde em uma promessa vazia.

A infraestrutura precária é outro sintoma do descaso. Denúncias apontam que diversos equipamentos médicos estão quebrados e sem previsão de conserto, atrasando cirurgias e outros procedimentos vitais. Essa realidade cruel expõe pacientes a sofrimento e, em muitos casos, ao agravamento de suas condições de saúde.

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Além disso, as dívidas deixadas pela gestão anterior ultrapassam a impressionante marca de R$ 20 milhões apenas nessas três unidades de saúde. Empresas terceirizadas, essenciais para o funcionamento do sistema, se recusam a prestar serviços enquanto não recebem os pagamentos atrasados. Sem insumos, sem equipamentos e sem suporte técnico, a rede pública de saúde parece estar em um impasse que ameaça a própria sobrevivência.

Como se não bastasse, circulam rumores de uma possível paralisação por parte de profissionais da saúde. Essa é uma medida extrema para chamar atenção das autoridades que, até agora, pouco ou nada fizeram para reverter esse cenário de abandono. É inadmissível que médicos, enfermeiros e outros trabalhadores, fundamentais para o atendimento à população, precisem recorrer a greves para reivindicar condições mínimas de trabalho.

Enquanto isso, a população, especialmente a mais vulnerável, é quem paga o preço mais alto. Pessoas com doenças graves, idosos, crianças e gestantes enfrentam filas intermináveis, diagnósticos tardios e o constante risco de não conseguirem o tratamento necessário. O que deveria ser um direito básico está sendo tratado com descaso e indiferença pelo poder público.

Embora a atual gestão do prefeito Zé Maria Tapajós tenha prometido mudanças, os mesmos grupos políticos, que no passado tiveram a chance de transformar a saúde do município, continuam ocupando posições estratégicas. Isso evidencia que não se trata apenas de incompetência administrativa, mas de uma falta de compromisso com a vida e o bem-estar da população.

Até quando Santarém será refém de gestões ineficazes e de um sistema que perpetua o sofrimento dos cidadãos? O descaso com a saúde pública é um reflexo da desconexão entre o poder público e as reais necessidades da população.

Estamos de olho e continuaremos cobrando soluções. Afinal, saúde não é favor, é um direito constitucional!

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